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  • John John manda recado a Slater com Tóquio em causa
    22 agosto 2019
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  • John John garante que está a trabalhar no limite dia após dia para recuperar a tempo, mesmo sabendo que não tem controlo sobre os resultados dos adversários.
  • Apesar da grave lesão sofrida que lhe vai roubar o resto da temporada, John John Florence garante acreditar que ainda pode estar em Tóquio’2020 e que está a trabalhar nesse sentido. Em extensa entrevista ao canal “ESPN”, onde o principal tema foi os Jogos Olímpicos, o havaiano deixou um recado a Kelly Slater e admitiu a possibilidade de competir em Pipeline, mesmo sem estar a 100 por cento, caso ainda tenha possibilidade de garantir a vaga olímpica.

    Confrontado com a decisão de Slater em ficar disponível para representar a seleção norte-americana nos Mundiais ISA, e assim ficar elegível para os Jogos Olímpicos de 2020, um dia depois de Florence ter anunciado a gravidade da sua lesão, mesmo depois de várias entrevistas onde KS disse não ter os Jogos de Tóquio em mente, o campeão mundial de 2016 e 2017, reagiu de forma sorridente, ainda que em forma de recado ao rei.

    “Sei que o Kelly quer estar presentes nos Jogos Olímpicos, de certeza, e também sei que ele adora jogar este tipo de jogos”, começou por dizer o surfista havaiano, que enfrentar um período de recuperação de cerca de seis meses, depois de ter feito uma rotura de ligamentos num joelho durante a etapa brasileira do WCT. Estou seguro que ele está bem atento à pontuação e daquilo que precisa para me ultrapassar no ranking”, frisou, antes de garantir, entre sorrisos, que nunca acreditou nas entrevistas em que o Slater descartava uma eventual intenção de ir aos JO: “Não acredito em nada do que Kelly Slater diz quando o assunto é competição”.

    A relação entre ambos sempre foi positiva, mas as circunstâncias da lesão de JJF abriram uma janela de oportunidade olímpica para Slater, que terá de recuperar cerca de 10 mil pontos no ranking durante as próximas etapas, tendo ainda em atenção os outros surfistas que estão atrás no ranking, como Conner Coffin ou Seth Moniz. Apesar de parecer uma meta acessível para o rei, John John acredita que ainda terá uma palavra a dizer.

    “A decisão sobre um eventual regresso vai acontecer antes de Pipeline. Vou ter de ver como está o joelho e o que Kelly Slater e os outros americanos fizeram entretanto. Há possibilidade de já estar a sentir-me bem por altura do campeonato de Pipe, em dezembro. Por isso, estou definitivamente recetivo a ter de surfar em Pipeline para segurar a minha vaga. Se o joelho ainda não estiver bom, vou ter de reavaliar a situação”, explicou.

    John John garante que está a trabalhar no limite dia após dia para recuperar a tempo, mesmo sabendo que não tem controlo sobre os resultados dos adversários. “Estou aberto a todas as possibilidades. Vou fazer tudo o que estiver ao meu alcance para estar em Tóquio, embora saiba que há coisas que não posso controlar. Vou tentar não reagir a essas coisas que não posso controlar”, garantiu Florence.

    O talentoso surfista havaiano falou ainda de todo o processo de recuperação e garantiu que quando começar a próxima etapa do WCT, o Teahupoo Tahiti Pro, deverá estar no seu Havai a fazer trabalho de recuperação, sem estar muito atento à ação. Curiosamente, Teahupoo é uma das ondas onde Kelly Slater sempre foi dominante e a última etapa que o rei conseguiu vencer. Logo, será uma prova determinante para percebermos a capacidade de Slater se aproximar de John John no ranking.

    Caso o 11 vezes campeão mundial falhe essa aproximação, Florence já tem em mente o que irá fazer. “Quero que as pessoas saibam que estou a trabalhar para estar nos Jogos Olímpicos. O meu objetivo a curto prazo é estar apto para competir em Pipeline, para o caso de ter de fazer pontos. Mas caso o Kelly não consiga os pontos suficientes ao longo do ano, tenho outro objetivo a longo prazo, que é recuperar totalmente e entrar na próxima temporada a 150 por cento, tendo igualmente mais tempo para me preparar para os Jogos Olímpicos de 2020”, sublinhou John John Florence.

     

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