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  • Amazónia arde intensamente e o fumo já se vê do espaço
    21 agosto 2019
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  • Presidente do Brasil ironiza a situação e diz que passou de "capitão motosserra" a "Nero".
  • No passado mês de Julho demos conta dos muitos incêndios que atingiram o Ártico, nomeadamente o Alasca, um fenómeno que nunca havia sido testemunhado em pelo menos 10 mil anos e que teve consequências à vista de todos. 

    Nesta fase, o foco dos incêndios virou-se para o Brasil e em especial para a extensa Amazónia. A maior floresta tropical do mundo, considerado o pulmão do mundo, já arde há 16 longos dias consecutivos.

    Segundo, dados divulgados, pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) do Brasil, só neste incêndio já desapareceram mais de 20 mil hectares de vegetação, desapareceram três milhões de espécies de fauna e flora e as chamas afectaram pelo menos um milhão de indígenas que vivem isolados na floresta da Amazónia.

    O número de incêndios no Brasil cresceu 84% até ao dia 20 de Agosto deste ano, em comparação com o período homólogo de 2018. Ate à última segunda-feira o país sul-americano registou, durante o ano, 74.155 focos de incêndio. 

    Segundo dados do INPE, a Amazónia regista 39.033 focos, ou seja, 52,6% dos incêndios no país, seguindo-se o cerrado — ecossistema que cobre um quarto do território do Brasil — com 30,1% dos focos registados neste ano.

    Na Amazónia, o bioma (conjunto de ecossistemas) mais afetado no país, a dimensão dos fogos já permitiu que manchas de fumo fossem captadas através de imagens da agência espacial NASA.

    Nas imagens, captadas pela agência norte-americana, podem ver-se quatro dos oito estados que a Amazónia ocupa no país – Mato Grosso, Amazonas, Rondônia e Pará. Sobre o fenómeno dos incêndios, a NASA explica que em “Julho e Agosto a atividade tipicamente aumenta, devido à chegada da época seca”, no entanto costuma atingir “o seu pico no início de Setembro”.

    Apesar dos fogos serem comuns nesta época, a verdade é que existe também o consenso de que muitos destes incêndios terão mão criminosa. Em especial de agricultores interessados na desflorestação para assim ganharem espaço para o gado e desenvolvimento da agricultura. 

    O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, já reagiu a estes dados e usou da ironia para comentar tudo o que está a suceder.

    Bolsonaro lamenta a responsabilidade que lhe atribuem na destruição da Amazónia e disse com ironia que passou de “capitão motosserra” a “Nero”, o imperador acusado de incendiar e destruir Roma.

    “Agora estou sendo acusado de tocar fogo na Amazónia. Nero! É o Nero tocando fogo na Amazónia”, disse. O presidente do Brasil acrescentou ainda que o alto número de incêndios na floresta é normal, já que estamos em "plena época de queimada por lá”.

    De referir que a Amazónia possui a maior biodiversidade registada numa área do planeta Terra. Tem cerca de cinco milhões e meio de quilómetros quadrados e inclui territórios do Brasil, Peru, Colômbia, Venezuela, Equador, Bolívia, Guiana, Suriname e Guiana Francesa (território pertencente à França).

     

     

     

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