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  • Surfista portuguesa participou, no passado mês de Março, num World Qualifying Series em pleno coração de África e conta ao 'Beachcam' a experiência vivida.
  • África é um gigante continente, com bastante misticismo à mistura, e que em muitos, nomeadamente nos países que têm uma relação afectiva com o continente, desperta várias emoções.

    Quer seja pelas suas imponentes paisagens naturais, quer seja pelas calorosas recepções que os povos locais, habituados a viver com tão pouco, regra geral brindam quem está de visita aos seus países. 

    Foi precisamente isto que sucedeu com a jovem surfista Mariana Rocha Assis, que se deixou encantar pelo Senegal "desde 2015", momento em que esteve no referido país africano para gravar um anúncio comercial e onde imediatamente fez "amigos para a vida" e foi "super bem" recebida. 

    O Senegal é um país que nos idos do século passado ganhou uma grande projecção internacional, em termos desportivos, por ser o ponto de chegada na capital Dacar, no idílico cenário do Lago Rosa, do conhecido Rali Paris-Dakar, evento que dentro do espectro do automobilismo é a maior prova de todo-o-terreno do mundo.  

    Desde 2007 que o Dakar, marca hoje em dia registada internacionalmente, não termina no Senegal e nem sequer passa por África, pelo que agora o Senegal é assunto por outros eventos. Desta feita relacionado com o surf.

    E é no surf que o Senegal, na sua capital Dacar, recebe um evento da World Qualifying Series (WQS), competição que está na antecâmara da ascensão ao Circuito Mundial de Surf (WCT). Neste ano de 2019 a prova (Senegal Pro), que decorreu entre os dias 27 e 31 de Março e foi conquistada pela basca Nadia Erostarbe, teve a participação de Mariana Rocha Assis. 

    A jovem surfista não teve a participação que gostaria, mas para a história fica o reforçar de uma paixão por um país onde permaneceu, desta vez, por duas semanas. 

    "O Senegal é um país de terceiro mundo. Como tal as pessoas como não têm tanto como nós, acabam por ser mais simpáticas e humildes. Isto é, dão valor a coisas tão pequenas que as tornam ainda mais especiais. Ficam contentes com uma simples t-shirt, um sorriso ou um abraço. Sem dúvida de que é um sentimento único ter a oportunidade de partilhar essa felicidade e perceber a sorte que temos. Para além disso é um país com uma ótima comida, custo de vida barato e muito seguro", explica Mariana Rocha Assis em conversa com o 'Beachcam'.

    Já em termos desportivos a verdade é que o Senegal está ainda longe de ser uma força no surf, mas o potencial está lá.

    "Não é de todo um país com uma cultura de surf, no entanto, é um país com um grande potencial e em crescimento. Apesar de haver vários surfistas e muitos deles bons, como por exemplo, entre os homens, o Sidy Camara e nas mulheres a Sambe Khadija, a situação não é a mesma que é vivida em Portugal. Acho que a grande razão de não haverem mais surfistas, é sem duvida a falta de apoio e investimento na zona. Não há metade do 'crowd' que temos em Portugal e ainda têm muitos sítios por explorar", explica a jovem surfista lusa.

    Em termos organizativos, apesar de estarmos em África e com todas as contingências que estão adjacentes a esse factor, Mariana Rocha Assis só tem elogios para com a etapa africana. 

    "Quanto à organização é sem dúvida dos melhores eventos da World Qualifying Series em que tenho participado. É muito bem estruturado e os organizadores fizeram de tudo para que apanhássemos as melhores ondas. Também tivemos a sorte da prova decorrer num local que se chama Surfers Paradise, ou seja tínhamos um hotel brutal à nossa disposição".

    Ligeiramente mais difícil parece ser o salto para acolher uma etapa do Circuito Mundial de Surf (WCT). "Acho o que a única onda que poderia vir a ser mundialista é a que tem o nome de Ouakam. Mesmo assim seria difícil, porque não é de todo uma onda que aparece com muita frequência. Porém quando surge é incrível. Proporciona bons tubos, boas manobras e é super divertida", concluiu a surfista da Linha de Cascais. 

    O Senegal à descoberta de uma jovem surfista portuguesa, que procura igualmente o seu lugar ao sol no surf, numa história que mostra que mesmo em 2019, África continua a surpreender e a ter ainda muito por descobrir. Um continente eterno...

    Nota: Ao clicares na fotografia que ilustra o artigo, poderás visualizar um vídeo com as aventuras de Mariana Rocha Assis pelo Senegal.

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