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  • DECO quer fiscalização do “negócio descontrolado” no surf
    26 julho 2019
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  • O artigo inclui uma entrevista com o presidente da Federação Portuguesa de Surf e uma visita informal a 40 escolas em oito zonas do país representativas da modalidade.
  • O surf, sobretudo na sua vertente de ensino, é um “negócio descontrolado” e a precisar de intervenção e fiscalização por parte das entidades competentes. Quem o diz é a DECO Proteste, através de um estudo que, basicamente, conclui que é necessário separar quem presta bom serviço, para promover o ordenamento e evitar acidentes com banhistas.

    Segundo a agência Lusa, o estudo, que será publicado na próxima revista da Deco Proteste, analisou 40 escolas de surf em todo o continente, um negócio que “cresceu de modo informal” e que já atinge 400 milhões de euros por ano, mas que é alvo de críticas porque as praias estão sobrelotadas e “os acidentes com os banhistas acontecem”.

    O artigo inclui uma entrevista com o presidente da Federação Portuguesa de Surf, uma visita informal a 40 escolas em oito zonas do país representativas da modalidade (Cascais, Costa de Caparica, Ericeira, Peniche, Nazaré, Matosinhos, Figueira da Foz e Costa Vicentina), uma atividade que envolve variadas entidades, como a Autoridade Marítima, a Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica (ASAE), Instituto do Desporto e da Juventude, Ministério do Ambiente, Turismo de Portugal e Federação Portuguesa de Surf.

    A Deco considera que “a multiplicidade de entidades com responsabilidade na regulação das escolas de surf gera um cenário confuso”, pois “quando a responsabilidade é de todos pode não ser de ninguém e a eficácia da fiscalização acaba comprometida, até porque é conhecida a limitação de meios da Polícia Marítima, mas também da ASAE, num caso para controlar a praia, noutro para evitar a existência de escolas ilegais”.

    Para a Deco, “certas regras estão até desfasadas da realidade”, dando como exemplo que a missão da Autoridade Marítima é zelar pela segurança e, no limite, pode mandar retirar surfistas da água se considerar que as condições do mar estão agitadas ou estão a pôr em causa a segurança dos banhistas.

     

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