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  • Caminhada histórica de João Sousa esbarra em Rafael Nadal
    08 julho 2019
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  • Fotografia
    MaisFutebol
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    Alexandre Melo
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  • Tenista de 30 anos tornou-se no primeiro português a chegar à segunda semana do icónico torneio de Wimbledon.
  • Pela primeira vez em toda a sua história o ténis português teve um representante nos oitavos de final do torneio de Wimbledon, um dos quatro Grand Slam do calendário do ténis mundial.

    O autor de toda esta maravilhosa gesta foi João Sousa, o mesmo que já havia sido o primeiro luso a jogar nos oitavos de final de outro Grand Slam, no caso o norte-americano US Open. Isto no ano passado, onde veio a perder para outro 'monstro consagrado', o sérvio Novak Djokovic.

    Derrotados pela excelência do ténis do vimaranense foram o britânico Paul Jubb, Marin Cilic (finalista vencido em 2017) e o também britânico Daniel Evans no passado sábado. Este último após um encontro histórico, com honras do Centre Court, e que foi apenas decidido no quinto e último set já com a noite a chegar e consequentemente o tecto removível e iluminação artificial montados na principal arena do All England Lawn Tennis and Croquet Club. O toque final a este épico confronto foi dado com as honras de transmissão televisiva da histórica BBC One.

    Hoje o tenista de 30 anos, nesta sua impressionante caminhada, tinha pela frente a hercúlea tarefa de defrontar, no mesmo court onde fez história no passado sábado, Rafael Nadal. O desfecho deste histórico embate ibérico acabou por ser o mais esperado com a vitória do maiorquino, que esteve num daqueles dias, sobre o embaixador da MEO por triplo 6-2 ao cabo de 1h46.

    "Não há muita coisa a dizer. O Rafa esteve muito bem, fez um encontro incrível e demonstrou o porquê de ser um dos melhores jogadores da atualidade e da história do ténis mundial. E hoje, esteve demolidor, aniquilou completamente as minhas armas e a estratégia que tinha delineado", disse o tenista que até mantém uma relação de alguma proximidade com o bicampeão de Wimbledon (2008 e 2010).

    Apesar da derrota, o orgulho no percurso feito manteve-se e não poderia ser de outra forma. "Estou muito contente por ter chegado novamente à quarta ronda de um Grand Slam, por ter voltado ao bom nível e por ter voltado a fazer história. É sempre bom colocar o nome de Portugal na história do ténis. É muito motivador para mim. Não sou muito dessas coisas, mas num torneio destes acredito que foi um bom feito e estou muito contente com a minha prestação em Wimbledon", concluiu o minhoto.

    Mais do que a derrota frente a um intratável Nadal, para a história fica toda uma caminhada de João Sousa, que já por si é digna de uma medalha.

    O tenista de 30 anos elevou mais uma vez bem alto o nome de Portugal no mundo do desporto. À semelhança de como por exemplo fazem outros jovens como Miguel Oliveira, no motociclismo, e Frederico Morais, no surf. Tudo disciplinas que em Portugal acabam por ter maior dificuldade na sua 'saída' em contraste com outras modalidades, saltando logo à cabeça o futebol, que muito sucesso também têm dado ao nosso país.

     

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