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  • Ministra quer santuário de cavalos-marinhos na Ria Formosa
    05 junho 2019
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  • A ideia é que estes santuários se espalhem por várias zonas da Ria Formosa, existindo, em algumas, restrições totais à pesca.
  • A ameaça que paira sobre os cavalos-marinhos da Ria Formosa, um dos maiores ex-líbris da região algarvia, poderá estar perto de chegar ao fim. Isto porque a Ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, anunciou a intenção de criar santuários para esta espécie, que desde 2001 sofreu uma redução de cerca de 90 por cento.

    O desejo da Ministra foi revelado esta terça-feira, durante esta terça-feira, durante uma visita ao Centro do Ramalhete, em Faro, gerido pelo Centro de Ciências do Mar da Universidade do Algarve (UAlg). Ana Paula Vitorino garantiu que a criação destes santuários está em “fase de planeamento”, uma vez que considerou ser “essencial” a preservação da espécie.                                                                                                                                                                                         
    “A criação de santuários de cavalos-marinhos é uma razão para termos vindo cá, contactar com os investigadores para absorver a informação que é necessária para fazer esse planeamento”, começou por referir a Ministra do Mar aos jornalistas presentes durante a visita. “Estamos neste momento em fase de aprovação, em Conselho de Ministros, do Plano de Ordenamento do Espaço Marítimo”, frisou.                                                     

    Ana Paula Vitorino reforçou a importância destas áreas protegidas ao longo da nossa costa. “Estamos também a começar a conceber os Planos para as Áreas Marinhas Protegidas e, em concertação com isso, queremos ter aqui santuários de cavalos-marinhos. Nem todas as áreas marinhas protegidas precisam do mesmo nível de interdição e nem todas conseguem absorver o mesmo tipo de solução. Por isso, é importante que, em paralelo e em conjunto com as áreas marinhas protegidas, façamos este tipo de projetos de instalação de habitats”, sublinhou.                                                                                                                                                                  
    A ideia é que estes santuários se espalhem por várias zonas da Ria Formosa, existindo, em algumas, restrições totais à pesca, como explicou, ao site “Sul Informação”, Jorge Palma, um dos investigadores do CCMar. No Centro do Ramalhete, funciona, desde 2007, um projeto inovador de reprodução da espécie em cativeiro, com taxas de sucesso entre os 60 e os 70 por cento.

    A espécie está a sofrer um evidente decréscimo durante a última década, sobretudo devido a fatores como a pesca e venda ilegal para mercados asiáticos, o tráfego de embarcações ou as alterações climáticas. Os números não são exatos, mas as estimativas apontam para uma redução de 2 milhões, em 2001, para perto de 100 mil no ano passado.

     

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