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  • 'Maré Vermelha': IPMA estuda proibição do consumo de bivalves
    18 junho 2019
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  • Resultados das análises deverão ser conhecidos até ao final desta mesma semana.
  • De acordo com a Agência Lusa, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera recolheu amostras de bivalves nas praias do Algarve, que estão interditas a banhos desde domingo, devido à concentração de uma alga marinha que poderá ser perigosa para a saúde pública.

    Em declarações à agência Lusa, Maria João Botelho, chefe da divisão de Oceanografia e Ambiente Marinho do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), adiantou que foram feitas colheitas de bivalves nas praias entre a Ilha do Farol e Vilamoura, no Algarve, que foram interditas devido ao aparecimento de uma maré vermelha.

    “Estamos perante uma "maré vermelha” que ainda não conhecemos qual é a espécie de fitoplâncton produtora desta maré vermelha. Sabemos que é dinoflagelado, que pode ser ou não produtor de toxinas. Por isso, o que o IPMA está a fazer neste momento são colheitas de águas e está a identificar as espécies de toxinas que podem surgir nos moluscos bivalves por acumulação e ver se existe eventual perigo para o consumo”, explicou Maria João Botelho, que adiantou também que foram recolhidas amostras na Ria Formosa.

    Já o ministro do Ambiente e da Transição Energética, João Matos Fernandes, considerou esta terça-feira que a interdição de banhos é uma “medida de precaução”, enquanto não houver resultados das análises à qualidade da água.

    Em resposta à deputada de Os Verdes, Heloísa Apolónia, que questionou o ministro sobre a “maré de algas vermelhas” e a sua perigosidade para os banhos, saúde pública e pescas, o governante afirmou que as medidas tomadas foram de precaução.

    “Trata-se de um acontecimento natural sem a intervenção da atividade humana. Da nossa experiência, trata-se de um fenómeno que costuma demorar três a quatro dias a desaparecer”, explicou João Pedro Matos Fernandes, avançando que, enquanto não saírem os resultados à qualidade da água, os banhos “estão interditos”.

    De acordo com a especialista do IPMA, os resultados das análises só deverão ser conhecidos no final da semana. ”O IPMA está a preparar-se para interditar preventivamente a zona ao consumo de bivalves. Se existirem realmente níveis de toxinas acima do limite regulamentar, o consumo de bivalves é perigoso”, disse.

    Maria João Botelho indicou ainda que o IPMA “está a agilizar todas as amostragens e depois serão feitas as análises”.

    Além do IPMA, também a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) fez colheitas de água na maré vermelha.

     

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