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  • Tubarão mais rápido do mundo em vias de extinção
    29 março 2019
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  • O caso do anequim é mesmo um dos mais preocupantes, uma vez que passou da classificação “vulnerável” para a de “ameaçado”.
  • A União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) anunciou recentemente que 17 espécies de tubarões e raias passaram a fazer parte da Lista Vermelha das espécies em risco de extinção. Entre elas está o tubarão anequim, também conhecido por ser o tubarão mais rápido do Mundo.

    “Os resultados do balanço mais recente são alarmantes, mas não são surpreendentes. Os tubarões e raias são muito procurados e não beneficiam de medidas de proteção contra a pesca excessiva”, disse o co-presidente do grupo de peritos em tubarões da UICN, Nicholas Dulvy, a meios internacionais.

    O caso do anequim é mesmo um dos mais preocupantes, uma vez que passou da classificação “vulnerável” para a de “ameaçado”. As populações desta espécie têm sofrido reduções drásticas em todo o mundo, nomeadamente um declínio de 60 por cento em 75 anos no oceano Atlântico.

    Os tubarões e as raias são particularmente vulneráveis à pesca excessiva porque são animais de crescimento lento, atingem tardiamente a idade reprodutora e produzem um reduzido número de crias. A informação recolhida pela UICN surgiu após o grupo de peritos ter analisado 58 espécies diferentes.

    O anequim pode atingir velocidades de 70 quilómetros por hora e é alvo de capturas intensivas, nomeadamente por frotas pesqueiras de países da União Europeia, devido ao elevado valor comercial da sua carne. As barbatanas de tubarão atingem também valores muito elevados em mercados asiáticos.

    Curiosamente, das espécies de tubarões e raias analisadas pela IUCN, as que têm populações sustentáveis são as que não despertam interesse comercial para consumo, como a raia Uge-violeta (‘Pteroplatytrygon violacea’) ou espécies que vivem em profundidades extremas, como o tubarão boca-grande (Megachasma pelagios).

    “Após 10 anos destes cálculos, temos a certeza que a situação real é muito pior do que imaginávamos”, concluiu Nicholas Dulvy. O especialista da UICN adiantou que no oceano Índico, nas costas do mar Arábico e do golfo de Bengala, “os pesqueiros de atum são na realidade pesqueiros de tubarão, com capturas acessórias de atum”.

     

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