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  • Após 2 meses de surf intensivo em Oʻahu, no Hawaii, de 4 de dezembro a 22 de fevereiro, o surfista português Guilherme Fonseca regressa a casa recheado de histórias, cheio de gana e com um sorriso na cara.
  • Haleiwa, a praia onde mais surfou, é descrita como “perfeita para treinar a linha de onda” e “com muito surf de rail”, o spot é comparado com a direita de Riberda d’Ilhas, mas com o triplo da força e da corrente.

    Rocky Point foi outro spot de eleição durante a estadia. “Uma onda que dá para os dois lados, mas, reza a lenda, só funciona até aos 2 metros”. Aqui conseguiu “pôr a criatividade em dia” e “aumentar o reportório de manobras”.

    Já Pipeline e Backdoor revelaram-se uma desventura, com swells pequenos, pouco perfeitos e line ups lotados de surfistas. Diz ter sido uma luta constante de afirmação perante os locais, com quem respeitosamente partilhou aquele pedaço de mar havaiano. Os bons swells foram aproveitados para o Volcom Pipe Pro, Da Hui Backdoor Shootout e Pipe Masters. E num dos poucos períodos sem provas a decorrer e com bom swell, fez um wipeout doloroso, partiu a prancha e magoou as costelas, ficando impossibilitado de surfar durante 1 semana e meia. Contudo, e apesar do percalço, manteve a atitude positiva: “Perdi o swell mas pelo menos não perdi a viagem.”

    Conta-nos que no último dia foi “abençoado com um presente de despedida” em Rocky Point: “surfei o dia todo e fiz as filmagens que fizeram render a viagem. Muito estranho ter apanhado ondas lindas no último dia de viagem, foi um presente de despedida.”

    Durante toda a viagem fez-se acompanhar do amigo e fotógrafo Tomás Belo, a quem agradece por ter sido incansável: “estivesse a chover, vento ou sol ele estava lá sempre para me filmar e estou muito grato por esse apoio, pois ver filmes do meu próprio surf é essencial para a minha evolução.”

    Em retrospetiva, Guilherme considera que a viagem foi muito importante na sua evolução e lhe trouxe grandes ensinamentos. Encontros com grandes nomes do surf mundial – Kelly Slater, Connor Coffin, Mick Fanning, Carissa Moore, Caio Ibeli ou David Rastovich – resultaram em um alargar de horizontes, tornando-o num surfista com ainda mais ambições, um estímulo que veio fortificar a sua vontade de ser melhor.

    Classifica O’ahu como “um sonho para qualquer surfista” ainda que altamente competitivo. O segredo, na sua opinião, “é aceitar e adaptarmo-nos”.

    Regressa a casa com novos objetivos - participação no QS Santa Cruz, QS Caparica e QS Zarautz -mas também com uma nova visão de Portugal: “temos ondas de qualidade, muitas opções, a vida é mais barata e temos menos crowd(…) Agora vou dar muito mais valor ao meu país!”

    Para acompanhar e confirmar live, os dados sobre o estado do mar, podes usufruir da nossa rede de livecams e reports preparada para essa finalidade.

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  • Guilherme Fonseca
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