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  • Entrevista a Mariana Gonçalves, Bronze no Campeonato do Mundo de Surf!
    15 maio 2018
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  • A Campeã Nacional de Surf de Desporto Escolar falou sobre a sua experiência rumo à nova conquista.
  • Mariana Gonçalves, Bronze no Campeonato do Mundo de Surf de Desporto Escolar foi recebida pelo seu clube (Surf Clube de Viana), no regresso de Marrocos, no passado sábado.

    A Campeã Nacional de Surf de Desporto Escolar falou sobre a sua experiência rumo à nova conquista, numa conversa informal que decorreu nas instalações do Centro de Alto Rendimento de Surf de Viana do Castelo.

    Como encaraste o desafio quando soubeste que tinhas sido selecionada para representar o nosso país?

    «Inicialmente eu não sabia muito bem como o encarar… não sabia a que objetivos propor-me uma vez que não tinha ideia qual o nível competitivo, mas tentei ir lá com um bocadinho de pensamento positivo, confiar no meu surf...»

    Saíste do país para competir, notaste que te fez evoluir?

    «Sim, eu acho que não só sair do país, mas surfar novas praias. Claro que estar num ambiente diferente ajuda muito a melhorar alguns aspetos técnicos, surfar noutras praias ajuda-nos na parte da agilidade, o que ajuda muito o nosso surf…»

    Competiste em Casablanca-Marrocos. Que tal o país, as ondas, o campeonato e a competição em geral?

    «Eu gostei muito de visitar Marrocos, gostei da praia. Um bocadinho diferente do que nós estamos habituados a ver, outra cultura. Os outros adversários são um bocadinho diferentes, mas foi uma boa experiência, conseguimos aprender muito com eles, não só a nível de surf, a nível técnico, mas também a nível cultural. Foi muito bom, o nível deles também estava bom, acho que nos demos todos muito bem.»

    O objetivo é sempre vencer, mas esperavas esta classificação?

    «Sim, como eu já referi, nunca tive um objetivo muito delineado porque as condições também estavam um bocadinho desafiantes no sentido de que a onda nunca vinha certa, por isso qualquer uma podia vencer. No entanto cheguei mais longe do que o que esperava.»

    Em que momento é que percebeste que realmente tinhas hipóteses de acabar no pódio?

    «Eu consegui manter-me no evento principal até às semifinais, o que foi muito bom, eu sabia que só tinha mais um heat e que se passasse esse heat ia conseguir passar para o pódio. Foi um heat um bocado chato porque foi contra outra portuguesa, então nós nunca queremos competir contra a nossa própria equipa, mas dei o meu melhor…foi o meu melhor heat, na realidade… e consegui.»

    Qual foi a maior dificuldade durante o campeonato?

    «A adaptação ao mar sem dúvida, era uma praia com muita corrente, com ondas em que o pico nunca estava certo. Nos dois primeiros dias competimos num pico um bocadinho desafiante a nível de tamanho. Acho mesmo que adaptação ao mar foi o mais difícil mas depois de nós nos habituarmos…

    Houve uma altura em que as outras raparigas escolheram todas um pico diferente do meu, fiquei sozinha, mas tinha que arriscar, e felizmente correu bem.»

    Objetivos para o resto do ano? Pensas em profissionalizar-te no surf?

    «Não… acho que o surf vai estar sempre na minha vida, mas claro que vai ser ao lado da minha vida profissional. Claro, continuo a pensar competir, espero nunca deixar de competir, mas sempre a par dos estudos. Não quero desistir dos estudos, é muito importante termos um plano na nossa vida.

    Ao longo do ano espero continuar a competir, tenho agora o Regional, e quero fazer um bom resultado e mais para a frente temos outros campeonatos em que espero também obter uma boa classificação.»

    Boas Ondas! Melhor Surf!

     

     

     

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