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  • Os plásticos são fabricados a partir do petróleo e demoram entre 200 a 400 anos a desaparecer do meio natural, tendo o seu fabrico várias questões ambientais associadas.
  • A campanha "#40 dias sem plástico", que decorreu no período da Quaresma (assinalado por alguns grupos cristãos antes da Páscoa), promoveu em média mais de 7.800 reações e de 3.500 partilhas e alcançou diariamente 17.800 pessoas, nomeadamente em redes sociais, segundo o balanço avançado à agência Lusa pela Quercus.

    A iniciativa convidou os europeus a desistir dos produtos descartáveis, ao mesmo tempo que sensibilizou as populações para modos de vida mais amigos do ambiente, tentando reduzir a poluição do mar.

    As conclusões do inquérito a uma amostra de 300 pessoas "permitiram demonstrar que, apesar de 95,9% dos participantes conhecerem o problema ambiental do uso de descartáveis e dos microplásticos, apenas 49,6% mudaram o comportamento adotando melhores práticas no seu dia-a-dia", refere a associação de defesa do ambiente Quercus.

    Naquele grupo de inquiridos, 22,6% não conhecem as alternativas ecológicas aos descartáveis, como os sacos de pano, escovas em bambu, garrafas reutilizáveis ou palhinhas em inox, a maioria tem dúvidas na identificação dos produtos que contêm microplásticos e 65% não sabem identificar os plásticos recicláveis.

    "Foi ainda possível verificar que continuam a existir muitas dúvidas sobre que resíduos podem ser colocados no ecoponto amarelo" já que 78% dos inquiridos acreditam que podem colocar cápsulas de café e 22,5% acham que não podem colocar pacotes de leite.

    Vários partidos apresentaram já propostas visando a proibição ou redução do uso de utensílios descartáreis nos restaurantes, diplomas que estão a ser analisados na Assembleia da República.

    "A situação não é animadora", salienta a Quercus, já que o consumo de produtos descartáveis está a crescer e estudos recentes mostram que 259 milhões de copos de café, 10 mil milhões de beatas de cigarros, 40 milhões de embalagens de 'take-away', mil milhões de palhinhas de plástico e 721 milhões de garrafas descartáveis são consumidos em Portugal em cada ano.

    Plásticos, como cotonetes, palhinhas ou sacos de plásticos descartáveis, vão parar aos oceanos e deterioram-se, dando origem a pequenas partículas que são ingeridas pelos animais e levam à sua morte.

    Os microplásticos também são um ingrediente de muitos cosméticos e produtos de higiene pessoal, como exfoliantes para cabelo, corpo e rosto, pastas e cremes dentais, entrando na rede de esgotos, mas como são demasiado pequenos para serem completamente filtrados nos sistemas de tratamento vão para os rios e mares.

    Estas partículas acabam por entrar na cadeia alimentar dos humanos, "podendo colocar a saúde em risco", alerta a Quercus.

    A poluição do mar pelos plásticos é um problema global. Em 1990, a produção de plástico era metade da atual e daqui a alguns anos poderá existir no oceano mais plástico do que peixe, se nada for feito para evitar o elevado consumo deste material, conclui.

    Os plásticos são fabricados a partir do petróleo e demoram entre 200 a 400 anos a desaparecer do meio natural, tendo o seu fabrico várias questões ambientais associadas.

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    Fonte - Lusa

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