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  • CELTEJO supera EDP nas más práticas!
    30 abril 2018
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  • Destacam-se também a gestão do armazém de resíduos da central nuclear de Almaraz e os casos de poluição da água que têm vindo a público, sobretudo no Tejo.
  • Nota de imprensa:

    O público nomeou e votou. Os resultados foram divulgados esta semana. A CELTEJO superou a EDP nas más práticas, ganhando o Guarda Rios de Luto. A LPN - Liga para a Proteção da Natureza ganhou o prémio Guarda Rios de boas práticas, destacando-se o seu trabalho feito em projetos de conservação de espécies como o Saramugo.

     

    Mais de 1200 pessoas participaram nesta primeira edição do Prémio Guarda Rios. Escolheram "os bons e os maus dos rios em Portugal", como anunciado no Facebook do projeto Rios Livres do GEOTA - Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente.

    O processo de nomeações e votações do público começou a 14 de março, Dia Internacional de Ação pelos Rios e esta semana ficaram a conhecer-se os vencedores. A criação do prémio Guarda-Rios tem por objetivo fazer um balanço daqueles que têm sido os bons e maus exemplos na gestão dos recursos hídricos em Portugal, dando voz aos rios através dos cidadãos que os defendem.

    Além do público, também o GEOTA decidiu atribuir prémios.

    O seu Guarda Rios de boas práticas foi para os Passadiços do Paiva, um projeto turístico localizado no município de Arouca premiado nacional e internacionalmente, sendo hoje um dos maiores pólos de atração na região. O prémio agora atribuído vem reconhecer o papel que esta infraestrutura teve na proteção e valorização da paisagem de um rio livre e enquanto elemento potenciador do desenvolvimento económico à escala local e regional.

    Mereceu também uma menção honrosa a Comunidade da Aldeia do Sistelo, por se ter feito ouvir e, após várias ações de protesto, ter conseguido fazer cancelar a mini-hídrica proposta para o rio Vez, no Minho. A demonstração de união na defesa de um bem comum permitiu salvaguardar um atributo natural. Possibilitou que a paisagem cultural da aldeia de Sistelo fosse reconhecida como monumento nacional, a primeira com esta classificação em Portugal.  

    Quanto ao Guarda-Rios de Luto, que destaca exemplos de más práticas na gestão de recursos hídricos, O GEOTA  aponta o dedo aos vários Ministros do Ambiente, desde o governo de Sócrates até ao atual. Atribui o prémio considerando a responsabilidade destes políticos ao aprovarem "atrapalhadamente, a barragem de Foz Tua" como todo o Programa Nacional de Barragens. Destacam também a gestão do caso do armazém de resíduos da central nuclear de Almaraz e os casos de poluição da água que têm vindo a público, sobretudo no Tejo.

    A menção desonrosa coube à central hidroelétrica da Ribeira Grande, na Ilha das Flores, Açores. No site onde se anunciam os vencedores, afirmam que, "apesar dos vários pareceres negativos recebidos em sede de consulta pública – entre eles do GEOTA -, a obra acabará por avançar a não ser que algo de maior peso coloque o dedo na ferida."

    Para mais informações, visite: http://rioslivresgeota.org/vencedores-guardarios2018/

     

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    Fotografia: Público (Lusa/Paulo Cunha)

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