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  • Portugal continua a ignorar alterações climáticas
    30 novembro 2017
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  • Esta medida significa mais tráfego marítimo e mais poluição, sendo este outro passo atrás na promoção da sustentabilidade da região
  • A ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, reafirmou ontem a intenção do Governo de tornar o porto de Sines como uma das mais importantes portas de entrada de gás natural liquefeito (GNL) na Europa, aproveitando a localização geoestratégica de Portugal.

    Na sequência do que anunciámos à uns meses, Portugal vai mesmo avançar como novo país "catalisador" do aquecimento global, posicionando-se como o principal responsável pela da entrada deste gás na Europa. E isto tudo a menos de 1km do Parque Natural do SW Alentejano e Costa Vicentina.

    “Sines representa o nosso maior ‘hub’ portuário e por isso será o porto que terá maior capacidade não só para armazenamento onshore (interno) como para offshore (externo) e a partir daí fazer não só reexportação como abastecimento de navios”, afirmou a governante.

    Também como havíamos anunciado à um tempo, esta medida significa mais tráfego marítimo e logo mais poluição, sendo este outro passo atrás na promoção da sustentabilidade da região, comprometendo bastante o surf e a pesca naquela zona.

    Ana Paula Vitorino, que falava aos jornalistas à margem de uma cimeira mundial de Gás Natural Liquefeito, que decorre em Lisboa até sexta-feira, sublinhou o facto de Portugal se encontrar no cruzamento das rotas comerciais deste combustível e reforçou a intenção de tornar o nosso país numa das maiores portas de entrada de GNL na Europa.

    A ministra do Mar referiu que além do objetivo de reexportar GNL, o Governo pretende também “potenciar a utilização de gás natural liquefeito a nível interno, nomeadamente nos navios de mercadoria e de cruzeiros, para contribuir para a descarbonização”.

    Na abertura desta conferência, que reúne mais de 450 líderes desta indústria, participou também o CEO da GALP, Carlos Gomes da Silva, que destacou a importância do GNL no presente e no futuro.

    “O gás natural pode desempenhar um papel importante na transição para a economia do baixo carbono. É uma alternativa acessível, sustentável, segura e limpa”, apontou.

    Uma afirmação que a nosso ver é mentira e já nem é preciso um curso superior para perceber porquê, basta uma pequena pesquisa na net. Gás sustentável? Limpo? Ok.

    O CEO da GALP destacou ainda a importância estratégica de Moçambique, referindo que se trata de “um dos mais promissores destinos da indústria de exploração e produção de gás natural da atualidade”, apelidando-o do “novo Qatar”.

     

     

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    Fonte: 24Sapo Fotografia: Kalux Surf Sines

     

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