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  • GALP avança por Petróleo na Bacia de Peniche
    22 novembro 2017
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  • Este contrato abrangia quatro blocos, designados por Camarão, Ameijoa, Mexilhão e Ostra. Nomes singelos para aligeirar a coisa.
  • Andam mesmo a brincar com a saúde das pessoas e claro, com a saúde das nossas praias.

    Depois de Peniche se ter livrado dos contratos de exploração de hidrocarbonetos na sua Bacia de Peniche, eis que aparece a GALP a dizer que quer a totalidade das concessões.

    A Galp requereu o fim da posição dos parceiros na pesquisa de petróleo no bloco Camarão, na bacia de Peniche, solicitando a totalidade da concessão, posicionando-se como operadora do consórcio, disse à Lusa fonte ligada ao processo.

    Tal como anunciamos, a pesquisa de petróleo na bacia de Peniche não tem atualmente contratos ativos, o que está relacionado com este pedido da petrolífera nacional de alteração contratual para o único bloco - Camarão - do contrato em que mantém interesse, uma vez que qualquer alteração contratual implica consulta aos municípios e aprovação do Governo.

    A agência de notícias Lusa tentou contactar o Governo e Galp, tendo ambos recusado comentar este pedido alteração ao contrato de concessão para a pesquisa de petróleo 'offshore' (no mar), em Peniche, feito em maio.

    A Galp detinha 30% do contrato de concessão, celebrado em 18 de maio de 2007, por negociação direta, que integrava ainda a Repsol (34%), Kosmos (31%) e a Partex (5%), que agora saem do consórcio, passando, se houver ‘luz verde’ do Governo, a petrolífera liderada por Carlos Gomes da Silva a ser o operador.

    Este contrato abrangia quatro blocos, designados por Camarão, Ameijoa, Mexilhão e Ostra, mas no primeiro semestre deste ano o consórcio desistiu de avançar em três concessões que detinha na bacia de Peniche, o que levou a empresa liderada por Carlos Gomes da Silva a registar uma imparidade de 22 milhões de euros.

    Como noticiado em julho, o contrato de três blocos da bacia de Peniche (Ameijoa, Mexilhão e Ostra) cessou, por pedido do consórcio, com base na análise aos dados geológicos recolhidos, que demonstraram que "não têm magnitude nem dimensão que justifiquem o desenvolvimento de um projeto".

    Ainda assim, o consórcio manteve um bloco, designado Camarão, que, entretanto, deixou também de ter um contrato ativo com a Entidade Nacional para o Mercado de Combustíveis (ENMC).

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    Fonte: Tvi24

Tags
  • crime ambiental
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