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  • Portugueses em queda livre no ranking WQS
    03 outubro 2016
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    Pedro Mestre | WSL
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    Redação
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  • Apenas dois dos oito surfistas portugueses no top 200 mundial conseguiram subir posições e nenhum deles está dentro do top 100.
  • Mais uma prova QS10000 realizada, desta feita em Portugal, e mais uma leva de resultados nada positivos para a armada lusa do WQS. Tudo somado, temos mais um trambolhão dos portugueses no ranking, o que e afigura como um mau sinal para as contas do final da temporada.

    Dos oito surfistas que marcam presença no top 200 mundial apenas dois conseguiram subir posições após o final do Billabong Pro Portugal. Em relação aos três que estão no top 100 não houve qualquer subida. E há um deles que está cada vez mais ameaçado em relação à continuidade nesta posição…

    Frederico Morais continua a destacado como o melhor português do ranking, mesmo depois de ter descido nove posições para o 41.º posto. Com apenas dois QS3000 e um QS6000 antes de o circuito chegar aos decisivos QS10000 da Triple Crown havaiana, Kikas afirma-se mesmo como o único português ainda com possibilidades de lutar pela qualificação para o Tour de 2017.

    Ainda assim, o campeão nacional em título tem uma tarefa complicada pela frente, uma vez que já está a cerca de 8 mil pontos do cut de qualificação. Perante este cenário, Frederico precisaria de conseguir resultados fortes no Havai, ou mesmo ganhar um dos campeonatos, em Haleiwa ou Sunset.

    Pedro Henrique é o surfista que se segue no ranking, tendo caído para a 74.ª posição do ranking. O caso mais crítico é mesmo o de Vasco Ribeiro, que desceu até ao 96.º posto. Caso não consiga um resultado significativo na reta final da temporada, o campeão mundial júnior de 2014 corre mesmo o risco de cair do top 100 mundial.

    Nic von Rupp (120.º), José Ferreira (127.º) e Miguel Blanco (130.º) são os surfistas que se seguem e todos eles caíram posições. Um cenário que dificilmente os colocará dentro dos QS10000 da Triple Crown havaiana. Dessa forma, em 2016 deveremos ser representados por apenas três portugueses nestas importantes provas.

    Tomás Fernandes, que ocupa o 139.º posto, foi mesmo um dos dois portugueses a conseguirem subir, apesar de ter escalado apenas três lugares. Por fim, a maior subida foi a de Marlon Lipke, que melhorou 21 posições, sendo agora o 145.º colocado do ranking WQS, mas longe da posição ocupada num passado bem recente. 

    Ficando a maioria destes surfistas de fora dos eventos mais importantes do final da temporada, no Havai, ou conseguem um resultado forte no QS6000 de Florianópolis, já no início do mês de novembro, ou correm um sério risco de na próxima temporada não conseguirem entrada direta nos principais eventos do WQS, os QS10000.

     

    Para acompanhar e confirmar live, os dados sobre o estado do mar, pode usufruir da nossa rede de livecams e reports preparada para essa finalidade.

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