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  • Mick Fanning exalta com Ethan Ewing
    02 agosto 2016
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  • Jovem australiano, de apenas 17 anos, é o atual número dois do ranking WQS e a grande sensação do ano, sendo o seu estilo comparado inclusive ao de Andy Irons.
  • “Este miúdo vai ser inacreditável!” Foi esta a expressão utilizada por Mick Fanning para descrever Ethan Ewing, a nova coqueluche do surf australiano e grande sensação da temporada no circuito WQS. O jovem aussie, de apenas 17 anos, chegou na semana passada à final do US Open e é o atual número 2 do ranking, tendo já muita gente rendida ao seu talento.

    Os primeiros sinais de que podíamos estar na presença de uma estrela promissora foram dados no início deste ano. Em 2015 Ewing já havia vencido um Pro Junior e sido finalista do QS1000 de Keramas, mas só em fevereiro último começou a sua verdadeira ascensão meteórica, iniciando aí uma caminhada impressionante.

    Conquistou quatro eventos consecutivos do Pro Junior da Australasia, garantido o título de forma antecipada. Pelo meio, ainda alcançou duas finais de QS1000 da perna australiana, tendo vencido uma e perdido outra. Estava dado o sinal e a confirmação surgiu meses mais tarde no primeiro QS10000 da temporada, em Ballito, na África do Sul.

    Apesar de não ter seeding para entrar nestes eventos, uma vez que terminou a temporada passada num modesto 257.º posto mundial, a WSL mostrou-se atenta à sua evolução e concedeu-lhe um wildcard. Ethan Ewing agradeceu e na sua estreia em provas de tamanha importância só parou nos quartos-de-final, conseguindo um impressionante 5.º posto.

    O resultado em Ballito valia-lhe a subida para o 6.º posto do ranking e a entrada na luta pela qualificação para o Tour de 2017. Mas a surpresa ainda não estava completa e, com mais um convite da WSL, foi até Huntington Beach surpreender tudo e… na realidade, só não surpreendeu todos porque Filipe Toledo travou-o na final.

    Pelo caminho, Ewing deixou nomes como Julian Wilson, Josh Kerr, Mitch Coleborn, Ryan Callinan, o campeão em título do US Open, Hiroto Ohhara, ou o campeão mundial em título Adriano de Souza. Uma semana de sonho para o jovem australiano da Billabong, natural de North Stradbroke, que lhe valeu a subida à vice-liderança do ranking do WQS e os olhares cada vez mais atentos do surf mundial.

    A partir de agora, Ethan Ewing já não passa despercebido aos olhares menos atentos e está bem dentro da luta pela qualificação para a elite mundial, onde poderá chegar com apenas 18 anos – completa-os em setembro deste ano. Caso consiga lá chegar, poderá encontrar o compatriota Mick Fanning, que já está rendido ao seu talento.

    Comparado aos melhores

    Após o resultado no US Open, Ewing atraiu naturalmente as atenções das principais publicações do surf mundial, mas também dos meios generalistas australianos. O próprio “Gold Coast Bulletin” publica a declaração de Fanning sobre o miúdo que está a fazer tremer o mundo do surf, prevendo-lhe um enorme futuro.

    A história é contada por Darren Handley, mítico shaper australiano, criador da marca DHD Surfboards, que patrocina Ethan Ewing. Foi Mick Fanning, que também é fornecido pela marca, que aconselhou Handley a não largar esta pérola da mão. O shaper decidiu apostar forte no conselho dado pelo tricampeão mundial e garante agora que está “110 por cento” ao lado da jovem promessa australiana.

    Para Fanning e Handley o jovem regular mostrava estar “muito à frente de todos os outros”, destacando ainda “a enorme aptidão para ler as ondas, a técnica e habilidade ímpares”. Este ano, Ethan Ewing começou a mostrar tudo isso e a dar definitivamente razão à aposta de Fanning e da DHD.

    As impressionantes sequências de vitórias – e até a falta de clips de free surf espalhados pela web – demonstram que há algumas parecenças entre Ewing e a máquina competitiva que é Fanning. Pelo menos, o foco parece ser totalmente na competição. Mas as comparações não ficam por aqui, pois Darren Handley vai mesmo mais longe quanto ao estilo e Ewing…

    “Ele surfa de uma forma muito similar à de Andy Irons”, atira o experiente shaper australiano, frisando ainda que “ultimamente reconhece-se um toque de Mick Fanning” no jovem surfista. “Fiz pranchas para o Andy e também faço as do Mick desde sempre. Por isso, basicamente, o que fizemos foi construir pranchas como as que eles usavam de acordo com a estrutura e o tamanho dele [Ethan Ewing]”, revelou.

    A “pausa” competitiva de Fanning este ano veio favorecer Ewing, uma vez que a DHD tem agora mais tempo para se focar nas suas pranchas. Também a isso se devem estes resultados surpreendentes, segundo Handley. Resta agora saber se o “momentum” da nova coqueluche do surf australiano é para se manter e se estaremos mesmo na presença da próxima “big thing” do surf mundial.

    Com a dourada geração dos coolie kids a chegar ao final das carreiras, sobretudo Mick Fanning, Joel Parkinson e Taj Burrow, urge ao surf australiano encontrar agora os seus próximos campeões. Com Julian Wilson e Owen Wright a prometerem muito desde o início das suas carreiras, mas sem conseguirem materializar o potencial em títulos, Ethan Ewing poderá estar a perfilar-se para assumir esse papel de “líder” australiano no Tour.

    Só o tempo nos dará a resposta em relação ao verdadeiro potencial de Ethan Ewing. Mas enquanto isso não acontece – e enquanto não chega o próximo QS10000, que será em Cascais e já contará com a entrada direta de Ewing – o melhor mesmo é ver alguns vídeos desta grande promessa.

     

    Para acompanhar e confirmar live, os dados sobre o estado do mar, pode usufruir da nossa rede de livecams e reports preparada para essa finalidade.

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