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  • Filipe Toledo paga o preço em Teahupoo
    02 agosto 2018
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  • Há vários anos que apontam os tubos grandes e, especialmente, as ondas de consequência como o ponto fraco de Toledo, mas com a liderança do WCT em jogo a história mudou.
  • O que fazer quando se está na liderança do World Tour, bem na frente da luta pelo título mundial, e se tem pela frente uma etapa que todos apontam como o teu calcanhar de aquiles? Vais mais cedo para o temido local e enfrentas o medo de frente – ou pegas o toiro pelos cornos, como por cá se diz. Foi isso mesmo que fez Filipe Toledo. Mesmo que pelo meio tenha pagado o preço de enfrentar a bancada de coral mais temida do planeta.

    Em várias imagens partilhadas nas redes sociais, Toledo, atual número um mundial e grande candidato ao título de 2018, foi partilhando o dia a dia em Teahupoo, enquanto se prepara para o Tahiti Pro, que arranca já no próximo dia 10 de agosto. A estrela brasileira parece assim determinada em calar os críticos, provando-se assim mesmo na pesada e famigerada esquerda taitiana.

    Há vários anos que apontam os tubos grandes e, especialmente, as ondas de consequência como o ponto fraco de Toledo, assim como o classificam do melhor surfista do Mundo em ondas pequenas. Mas o jovem brasileiro, numa fase tão delicada da temporada, está disposto a mudar isso. E nada melhor do que viajar mais cedo para Teahupoo, enquanto todos os rivais estão de “férias” ou a competir no “flat” da Califórnia.

    O percalço que Toledo sofreu pelo meio em nada apaga as belas imagens que já foram saindo, incluindo alguns clips que provam que Filipinho está cada vez mais à vontade com Teahupoo. No entanto, o encontro com os corais terá mesmo tirado o surfista da competição no US Open. Apesar de ser um campeonato com a cara de Toledo, a verdade é que a luta dele é outra.

    Agora resta esperar para ver se estes treinos antecipados no Taiti vão valer de alguma coisa quando chegar a hora de competir. Pelo menos, Filipe Toledo já fez alguma coisa para mudar o destino, pois faltam-lhe resultados no Pacífico para poder esquecer todos os medos. E se o conseguir este ano, fica praticamente com uma mão no título mundial. O primeiro da carreira e aquele que seria o terceiro do Brasil.

    A contagem decrescente já começou. Teahupoo está quase aí. Para Toledo já está mesmo.

     

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