Com a abertura do período de espera agendada para o próximo sábado, o Tahiti Pro é a etapa que se segue no calendário do CT’2026. É a sétima.
A passagem pelos famosos tubos de Teahupoo, na Polinésia Francesa, marca o início da segunda metade de presente temporada. Quem não estará presente nesta cimeira tubular é o decano do atual CT. Falamos de Jordy Smith, de 38 anos.
Esta será a terceira prova consecutiva que o antigo vice-campeão mundial irá falhar por estar lesionado. Será novamente substituído pelo compatriota Matthew McGillivray, que é o primeiro suplente do elenco masculino na atual época.
Jordy Smith não compete desde o passado dia 14 de maio, altura em que foi eliminado do New Zealand Pro às mãos do norte-americano Crosby Colapinto. Já vai para três meses.
Depois de muito tempo sem nada revelar quanto à sua condição física, o veterano surfista africano abordou finalmente o tema em publicação nas redes sociais. Smith confidenciou que recentemente foi submetido a duas intervenções cirúrgicas (anca e joelho direito), pelo que agora enfrenta o natural período de recuperação.
Fica a dúvida quando que é Jordy estará apto a voltar à competição. Certo é que tal não acontecerá nos próximos tempos. Até ao New Zealand Pro, a campanha não estava a correr nada bem, com três derrotas de primeira em quatro etapas. Só na prova inaugural, em Bells Beach, conseguiu ganhar um heat.
Na sequência das sucessivas ausências, o atleta olímpico tem vindo a cair a pique no ranking. Neste momento, tudo aponta para que não consiga a requalificação para a próxima temporada via ranking mundial.
O natural de Durban terá de estar obrigatoriamente dentro do top 22 após a 10.ª etapa, que acontecerá em outubro nas ondas de Supertubos.
A não conseguir a requalificação via CT, o experiente surfista de 38 anos poderá sempre ambicionar a um dos dois wildcards de temporada que a World Surf League (WSL) irá atribuir para o próximo ano.
Toda esta campanha para esquecer contrasta com aquilo que Jordy Smith viveu há um ano, onde lutou pelo título mundial na finalíssima de Cloudbreak, andou de licra amarela e rompeu com uma longuíssima seca vitoriosa na elite mundial. Como não há fome que dê em fartura, até venceu dois campeonatos (El Salvador Pro e o Margaret River Pro).
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