John Mel é filho do antigo campeão mundial de ondas grandes, Peter Mel, um dos maiores especialistas da remada em Mavericks.
Ao contrário do seu progenitor, John tem tido uma carreira bastante mais modesta no surf de competição. Nos últimos anos, o goofy californiano tem competido maioritariamente no QS regional norte-americano, procurando alcançar a tão desejada qualificação para Challenger Series. Algo que até ao momento nunca almejou.
Vencedor de quatro eventos do QS, John Mel tem batido constantemente na trave, ficando bem perto de aceder à segunda divisão do surf mundial.
Agastado com esta situação, o Mel mais novo recorreu à rede social Instagram para criticar o sistema de pontuação que vigora nas diferentes regiões do QS. Desde o ano passado, as provas possuem os estatutos de QS2000, QS4000 e QS6000, nesta que é a referência aos pontos máximos em jogo.
“É difícil de aceitar quando percebemos que, com uma diferente estrutura de pontos, o sonho já teria sido uma realidade”, começou por escrever o surfista de 26 anos.
“No CT e na Challenger Series, todos os eventos são equilibrados [pontualmente]. Porém, no QS, o desnível cria um sistema onde a consistência pode ser ultrapassada por um único resultado num ‘grande’ evento’, refere o surfista norte-americano.
Apesar de defender que haja mais pontos atribuídos em eventos patrocinados, o natural de Santa Cruz considera que os “pontos devem recompensar quem surfa melhor durante a época” e não o “maior troféu no maior evento”.
Na caixa de comentários à publicação, outro surfistas norte-americanos mostraram-se de acordo. Casos de Hayden Rodgers, Kei Kobayashi e Taj Lindblad, que é o novo campeão da América do Norte da WSL.
Novamente de fora da Challenger Series, John Mel garante que volta à carga na próxima temporada do QS regional norte-americano, esperando não ser tramado pela matemática.
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