O sistema de qualificação olímpica para Los Angeles'2028 continua a dar que falar. Tem sido a temática dominante no surf de competição desde a passada sexta-feira, dia em que o novo modelo foi divulgado após aprovação por parte do Comité Olímpico Internacional.
Agora, a Associação Internacional de Surf (ISA), que tem estado debaixo de fogo por parte da World Surf League (WSL), veio a terreiro fazer uma clarificação importante acerca do processo, que terá início já este ano.
A entidade presidida por Fernando Aguerre explica que em termos globais não há limites ou restrições no número de surfistas do CT que podem obter a qualificação para Los Angeles'2028. Apenas existe a limitação de três atletas de cada nação por género, número que foi incrementado para esta Olimpíada.
Não esquecendo também que através do CT apenas 10 surfistas (5 homens e 5 mulheres) vão garantir vaga, com o limite de um surfista por nação em cada género.
Os restantes tops mundiais terão de procurar outras vias, isto caso pretendam marcar presença no maior evento desportivo do mundo.
Na mesma nota, que foi publicada nas redes sociais, a ISA explica que uma vez qualificado para os Jogos Olímpicos, o atleta não tem qualquer obrigação de participar no Mundial ISA. É uma novidade importante face aos anteriores processos de qualificação, onde os atletas do CT estavam obrigados a 'picar o ponto'. Entravam em cena somente para cumprir o requisito e depois deixam o campeonato de forma abrupta.
"O sistema está alinhado com os valores olímpicos ao acomodar as necessidades de todos os surfistas ao redor do globo", termina a ISA a nota divulgada.
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