Depois de um fim de semana repleto de ação na onda rainha do surf mundial, o Pipe Challenger encontra-se em terra. Assim irá permanecer pelo menos até quarta-feira, dia para o qual está agendada a próxima chamada (17h15, hora de Portugal continental).
Em Pipeline, a semana arrancou com condições que não são ideais para prosseguir com aquela que é a sexta e penúltima etapa da Challenger Series versão 2025/2026.
Estreante no calendário do circuito de acesso ao CT, o evento havaiano tem o período de espera até à próxima segunda-feira, dia 9 de fevereiro.
Até ao fim da janela, não faltará energia ao mar. Já para esta quarta-feira, a previsão aponta para que a ondulação possa atingir os seis metros de altura máxima.
O grande quebra-cabeças para a organização estará na influência do vento, que pode revelar-se prejudicial à formação de ondas tubulares com potencial. Uma situação já vivida durante o último fim de semana.
Neste momento, a prova masculina encontra-se parada na ronda 3, enquanto as senhoras estão na segunda ronda, onde já foi realizada uma bateria das oito em agenda.
Quando a competição feminina for retomada é certo que haverá logo representação lusa na água, com esta a cargo de Yolanda Hopkins (já qualificada para o CT).
Contas feitas entre homens e mulheres, 29 heats estão por efetuar, o que implica praticamente dois dias de competição até à coroação dos vencedores deste inédito Pipe Challenger.
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