Quando começou o Saquarema Pro, praticamente ninguém previa que nos 'oitavos' da prova feminina o Japão fosse a nação mais representada.
Todavia, o que parecia uma quimera é mesmo a verdade dos factos. "Limpinho, limpinho", como disse em tempos um carismático treinador português de futebol.
De forma totalmente inesperada, encontramos um quarteto nipónico entre as 16 melhores surfistas da etapa brasileira da Challenger Series. É o resultado da excelente performance que as atletas nipónicas têm plasmado nas ondas do famoso 'Maracanã do Surf'.
A armada nipónica tem impressionado dentro de água com o desempenho, mas também em terra. Tem sido visível, nas transmissões da World Surf League (WSL), o forte apoio prestado por quem está a ver as compatriotas em ação.
WSL/Ana Catarina
Os rostos deste desempenho superlativo são as manas Tsuzuki (Amuro e Nanaho), Minami Nonaka e a surpreendente teenager Mirai Ikeda. A surfista de somente 17 anos nunca tinha atingido tal fase de uma etapa deste competitivo circuito. Fê-lo às custas da portuguesa Kika Veselko e com o melhor score combinado (15,17 pts) de todo o campeonato, até agora.
Deste quarteto, a medalhada olímpica Amuro Tsuzuki é a surfista que está mais bem posicionada na corrida a um lugar no CT de 2026. No ranking provisório, a antiga campeã mundial Júnior da WSL já saltou para dentro da zona de qualificação, ocupando o sétimo posto.
Curiosamente, entre os homens, ainda não há qualquer competidor nipónico apurado para os oitavos-de-final. Com a eliminação de Riaru Ito na ronda 3, a réstia de esperança está em Keijiro Nishi, o surfista de cabelo vermelho.
Keijiro Nishi
WSL/Thiago Diz
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