Até ao Tahiti Pro, etapa que encerrou a temporada regular do CT versão 2025, Yago Dora nunca tinha envergado a licra amarela, que distingue o surfista líder do ranking mundial.
Terminada a passagem pela Polinésia Francesa, eis que de repente está apenas a uma bateria de tornar-se no quinto brasileiro a sagrar-se campeão do mundo de surf. Assim determina a mudança de formato recentemente promovida pela World Surf League (WSL) para a aguardada decisão.
Esta privilegiada posição para atacar os tubos de Cloudbreak (Fiji), palco da finalíssima, resulta do que aconteceu nos tubos de Teahupoo, no Taiti. É neste eixo tubular do Pacífico que tudo será decidido.
Na famosa bancada taitiana, o goofy de 29 anos reteve a licra amarela no seu corpo. O estatuto foi confirmado com a eliminação do veterano sul-africano Jordy Smith logo no heat que abriu os oitavos-de-final.
"Alcancei o principal objetivo que tinha para o Taiti. Mais um passo na direção certa. Gostaria de ter ido mais longe neste evento que amo, mas acredito que tudo acontece por um motivo", referiu o campeão do MEO Rip Curl Pro Portugal em comunicado da WSL.
Em Teahupoo, Dora também acabou por ser afastado nos 'oitavos', não indo além do nono posto final.
Yago foi surpreendido pelo wildcard local Mihimana Braye. Nos instantes finais do duelo, o surfista sul-americano cometeu um erro crasso ao deixar o adversário taitiano surfar debaixo da sua prioridade, operando a dramática reviravolta.
"Agora é tempo de focar toda a energia no último evento", diz o surfista que pela primeira vez conquistou duas etapas (Peniche e Trestles) no decurso de uma temporada.
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