Após 11 etapas à volta do globo, com múltiplas jornadas em diferentes tipos de ondas, resta um dia de competição no CT versão 2025. O dia mais importante de todos, pois trata-se daquele que definirá os novos campeões do mundo de surf.
Este ano, a coroação terá lugar nas esquerdas tublares de Cloudbreak, no arquipélago das Fiji. Na sua última edição - o formato do CT vai mudar em 2026 - sai pela primeira vez de Trestles, a famosa onda californiana que passou a integrar o calendário da temporada regular.
Em Cloudbreak, nas águas do Oceano Pacífico, a janela de espera abre esta quarta-feira e prolonga-se até ao dia 4 de setembro. Pouco mais de uma semana que a World Surf League (WSL) tem para consagrar os campeões do mundo.
A fazer fé nas atuais previsões, esse muito aguardado dia só deverá chegar na próxima semana, mais perto do fim do período de espera. Isto porque nesta fase inicial, as previsões apontam para condições desfavoráveis no surf break que regressou ao CT em 2024 após sete anos de ausência.
Assim, a espera promete ser longa. Condição que inevitavelmente deverá fazer crescer os níveis de ansiedade junto dos 10 surfistas (5 homens e 5 mulheres) presentes. A WSL Finals é exclusiva aos tops 5 dos rankings após o término da temporada regular.
No lado masculino, o elenco é composto pelo licra amarela Yago Dora, Jordy Smith, Griffin Colapinto, Jack Robinson e Italo Ferreira. É certo que teremos um novo campeão do mundo, uma vez que o havaiano John John Florence está ausente em virtude do ano sabático que vive.
Já entre as senhoras, a licra amarela Molly Picklum, Gabriela Bryan, a campeã mundial Caitlin Simmers, a campeã olímpica Caroline Marks e a havaiana Bettylou Sakura Johnson são as participantes.
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