A notícia é avançada pelo site brasileiro 'Globo', mas naturalmente carece de confirmação oficial por parte da World Surf League (WSL), o que só deverá acontecer quando for anunciado o calendário do circuito mundial de surf para 2025.
De acordo com a notícia publicada, o polémico cut, que reduz o elenco mundialista durante a temporada, voltará a estar presente na próxima campanha da divisão máxima do surf mundial, mas com uma importante alteração.
Ao contrário do que tem sido verificado desde 2022, o corte não deverá acontecer a meio da época, mas sim mais à frente, hipoteticamente na sétima ou oitava etapa da temporada regular.
A justificação para esta eventual alteração prende-se com o facto de possibilitar uma maior adaptação dos rookies às exigências do CT, uma vez que a primeira metade do ano é marcada por campeonatos disputados em ondas que exigem um elevado nível de perícia e conhecimento, como é o caso do Pipeline, no Havai.
Para levar a cabo esta mudança na localização, a WSL terá negociado com os organizadores da etapa de Margaret River, na West Oz.
Tudo porque a recente renovação do contrato, que prolonga a manutenção do Main Break no CT até 2028, incluía que esta fosse a etapa em que fechavam as contas do cut.
Na mesma notícia da 'Globo', avança-se ainda que a tubular onda de Cloudbreak, nas Fiji, não será palco de decisão dos títulos mundiais somente em 2025, mas também nos dois anos seguintes.
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