O dia final do Surf Ranch Pro, sexta etapa do circuito mundial de surf de 2023, teve muita polémica à mistura, com os surfistas brasileiros no olho do furacão quanto aos critérios de julgamentos adotados, o que já motivou uma reação pública por parte da World Surf League (WSL).
Desse último dia de competição na piscina de ondas artificiais que é propriedade de Kelly Slater, resultou também um episódio a envolver Ethan Ewing. Na sua conta oficial da rede social Instagram, o surfista australiano foi alvo de ameaça de morte, na sequência do seu triunfo sobre Gabriel Medina nos quartos-de-final.
Através de uma 'insta story', o atual número quatro mundial deu conta da situação, ironizando sobre a mesma: "O quão bons são os fãs do surf", escreveu Ewing.
Na sua caixa de mensagens, Ethan recebeu a seguinte mensagem por parte de um utilizador chamado André Guizelini. "Um dia vais competir aqui no Brasil e vamos lembrar-nos de ti. Prepara-te", pode ler-se na primeira mensagem.
"Digo outra vez, aqui no Brasil, vamos matar-te. Em Saquarema será o teu funeral", escreveu André Guizelini numa alusão ao Oi Rio Pro, etapa brasileira do CT, que irá disputar-se já no próximo mês de junho.
Recorde-se que no duelo dos quartos-de-final do Surf Ranch Pro, tanto Ethan Ewing como Gabriel Medina cravaram o mesmo score combinado (16,67 pts). O desempate foi feito com base na melhor onda feita por cada surfista. Aí, o competidor 'aussie' superiorizou-se com uma onda de 9,07 pts face aos 8,67 pts protagonizados pelo três vezes campeão do mundo.
Este episódio em torno de Ethan Ewing não é o único relacionado com o Surf Ranch Pro. Na carta aberta a toda a comunidade da WSL, o CEO da entidade, Erik Logan, revelou que os juízes e outros funcionários também têm sido alvo de ameaças de morte.
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