A comunidade do surf mundial vive horas de luto por causa da morte súbita de Larry Haynes, veterano water filmmaker que trabalhava para a World Surf League (WSL), tendo estado há poucos dias no Billabong Pro Pipeline, etapa que abriu o circuito mundial de surf de 2023.
Na passada quinta-feira, um dia depois da conclusão do evento em Pipe, Larry perdeu a vida na sequência de um alegado enfarte quando estava ao volante do seu automóvel rumo a uma surfada em Laniakea Beach, no North Shore da ilha havaiana de Oahu.
Originário da Califórnia, Haynes estava há décadas radicado no arquipélago do Havai.
Larry era presença constante nos swells que quebravam em spots como Pipeline, Jaws ou na mágica baía de Waimea, captando momentos incríveis de surf através da sua lente.
Para além disso, Haynes produziu a sequela 'Fluid Combustion' e também esteve envolvido no filme 'Chasing Mavericks', entre outros projetos.
"Larry Haynes foi um incomparável filmmaker dentro de água, cujo seu trabalho mostrou o melhor do surf. A sua bondade e energia positiva, dentro e fora de água, tinham a admiração de toda a comunidade do North Shore, do mundo do surf e de todos aqueles que o conheciam. O seu legado vai permanecer vivo para sempre", pode ler-se na nota de pesar da World Surf League (WSL).
Já Kelly Slater, que foi dos primeiros a reagir a esta trágica notícia, disse: "Este homem viajou à volta do globo a filmar todos aqueles que apanhavam uma onda à sua frente. É difícil imaginar o mundo do surf sem o Larry. Estava sempre a gritar para irmos nas ondas e mandar boas energias. Vou ter saudades desta pessoa", escreveu o 11 vezes campeão mundial de surf na rede social Instagram.
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